Psiquiatra em BH | Dr Márcio Candiani
. Psiquiatra CRMMG 33.035 RQE 10740
. Psiquiatra da Infância e Adolescência RQE 22415
. Psicogeriatra RQE 27025
Graduado em Medicina pela UFMG 1998
Residência Médica em Psiquiatria pela FHEMIG (2000) no Instituto Raul Soares
Residência Médica em Psiquiatria da Infância e Adolescência (2001) pela FHEMIG (Centro Psicopedagógico - atual CEPAI)
Especialista pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) em Psiquiatria
Especialista em Psiquiatria da Infância e Adolescência pela ABP
Especialista em Psicogeriatria pela ABP
Currículo lattes http://lattes.cnpq.br/1334554665123884
- Graduado em Medicina pela UFMG 1998
- Residência Médica em Psiquiatria pela FHEMIG (2000) no Instituto Raul Soares - Psiquiatra CRMMG 33.035 - RQE 10740
- Residência Médica em Psiquiatria da Infância e Adolescência (2001) pela FHEMIG (Centro Psicopedagógico - atual CEPAI)
- Especialista pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) em Psiquiatria
- Especialista em Psiquiatria da Infância e Adolescência pela ABP
- Especialista em Psicogeriatria pela ABP
CONHEÇA MEUS SERVIÇOS
Atendimento psiquiátrico completo para todas as idades, com opções de consulta presencial e telemedicina (online).
Serviços Especializados:
- Psiquiatria Infantil: Consultas presenciais para crianças de todas as idades.
- Psiquiatria do Adolescente: Atendimento presencial focado nas necessidades dos adolescentes.
- Psiquiatria de Adultos: Consultas presenciais e online para o público adulto.
- Psiquiatria de Idosos: Consultas presenciais e online para o público acima de 60 anos.
Suporte Adicional:
- Atendimento Online (Telemedicina): Conforto e acessibilidade para suas consultas.
- Relatórios Médicos: Emissão de documentos e relatórios para fins legais.
- Atestados de Saúde Mental: Documentação necessária para diversas finalidades.
Agende sua consulta e cuide da sua saúde mental com profissionais qualificados.
SOBRE AS CONSULTAS
As consultas são particulares, com pagamento via PIX, transferência ou dinheiro. A primeira consulta tem duração de uma hora, e as consultas de acompanhamento também. Não aceitamos planos de saúde, mas oferecemos nota fiscal ou recibo de saúde para a Receita Federal. O paciente poderá solicitar reembolso à sua operadora de saúde.
Nosso objetivo será alcançar mais felicidade, satisfação com a vida, relacionamentos saudáveis e realizações.
SOBRE MIM
Sou Márcio Candiani, psiquiatra com 25 anos de experiência no atendimento de crianças, adolescentes, adultos e idosos em Belo Horizonte. Minha paixão é cuidar da saúde mental para promover mais felicidade e bem-estar.
Formei-me em Medicina pela UFMG em 1998 e especializei-me em Psiquiatria Geral e Psiquiatria da Infância e Adolescência na Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (FHEMIG). Buscando aprimoramento contínuo, obtive títulos de especialista em Psicogeriatria e Psiquiatria da Infância e Adolescência pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).
Ao longo da minha carreira, atuei em diversas instituições públicas e privadas, incluindo a Prefeitura Municipal de Belo Horizonte. Essa trajetória me proporcionou uma visão abrangente das necessidades em saúde mental e a capacidade de lidar com uma vasta gama de condições.
Minha prática clínica abrange desde o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e TDAH até transtornos depressivos, bipolares, esquizofrenia e transtornos de ansiedade, em todas as faixas etárias. Ofereço consultas presenciais e, para adultos e adolescentes em acompanhamento, a opção de telemedicina, visando sempre a comodidade e acessibilidade.
Prezo por um atendimento humanizado e individualizado, buscando não apenas o diagnóstico, mas também o tratamento mais adequado para cada paciente. Conte com um profissional qualificado e experiente para cuidar da sua saúde mental.
VOCÊ SABIA?
A PANDEMIA DE COVID-19 PROVOCOU UM AUMENTO
de 25% na prevalência de ansiedade e depressão em todo o mundo
Principais transtornos atendidos por psiquiatras
Os principais transtornos atendidos por psiquiatras em consultórios no Brasil

Transtornos mais comuns em consultório psiquiátrico
Autismo (Transtorno do Espectro Autista)
O autismo é uma condição do neurodesenvolvimento em que a criança apresenta dificuldade de comunicação, interação social e padrões de comportamento repetitivos ou interesses restritos. Os sinais variam — algumas crianças falam pouco, resistem a mudanças na rotina, têm hiperfoco em determinados temas ou objetos e podem reagir de forma diferente a sons, luzes ou contato físico.
Esses quadros representam a maioria dos atendimentos cotidianos, tanto em consultórios privados quanto públicos, e correspondem às principais demandas assistenciais relatadas por psiquiatras no Brasil. Quadros menos prevalentes (como transtorno delirante, transtornos dissociativos e outros) também são tratados, mas com frequência menor
Transtornos de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH)
O TDAH manifesta-se por desatenção (esquecer compromissos, perder objetos, dificuldade para terminar tarefas), hiperatividade (inquietação, dificuldade para ficar parado) e impulsividade (agir sem pensar). Pode afetar crianças, adolescentes e adultos, prejudicando o rendimento escolar, profissional e as relações interpessoais.
Depressão maior e depressão recorrente:
A depressão maior é caracterizada por tristeza intensa, desânimo, falta de energia, perda de interesse nas atividades do dia a dia, alterações no sono e apetite e, em alguns casos, pensamentos negativos sobre si mesmo ou ideias de morte. Quando esses episódios se repetem várias vezes ao longo da vida, recebe o nome de depressão recorrente. É importante entender que depressão não é preguiça nem falta de vontade; trata-se de uma doença que afeta o corpo e a mente, podendo ter impacto direto no trabalho, estudos e relacionamentos.

Transtornos de ansiedade (ansiedade generalizada, pânico, fobia social, fobias específicas):
Os transtornos de ansiedade envolvem preocupação excessiva, constante sensação de nervosismo ou medo sem motivo claro, palpitações, sudorese e tensão muscular. Na ansiedade generalizada, a pessoa vive preocupada quase todo o tempo e tem dificuldade de relaxar. O transtorno do pânico se manifesta por crises repentinas de medo intenso, sensação de falta de ar, batimento acelerado do coração e terror de morrer ou perder o controle. A fobia social envolve medo intenso de situações sociais, como falar em público, conhecer novas pessoas ou comer perto dos outros. Já as fobias específicas são medos exagerados de objetos, animais ou situações, como altura, avião, injeção, o que leva o indivíduo a evitar tais situações ao máximo.psicoterapia+5

Transtorno bipolar (tipos I e II)
O transtorno bipolar se caracteriza por alternância de episódios de depressão (tristeza, desânimo) com períodos em que a pessoa fica agitada, eufórica, fala muito, dorme pouco, sente-se cheia de energia, assume riscos ou toma decisões impulsivas — essa fase é chamada de mania. No tipo II, ocorre hipomania, uma forma mais leve de mania, mas ainda assim fora do padrão habitual. Essas oscilações podem prejudicar a vida social, profissional e familiar.

Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC)
O TOC acontece quando a pessoa tem pensamentos ou imagens desagradáveis e repetitivas (obsessões) dos quais não consegue se livrar e passa a realizar rituais ou manias (compulsões) na tentativa de aliviar a ansiedade. Por exemplo, lavar as mãos muitas vezes ao dia, checar portas várias vezes ou contar objetos repetidamente. Esses comportamentos tomam muito tempo e atrapalham a rotina.
Esquizofrenia e outros transtornos psicóticos
A esquizofrenia é um transtorno grave em que a pessoa pode ouvir vozes, ver coisas que não existem (alucinações), acreditar em ideias fora da realidade (delírios), apresentar dificuldades para expressar emoções e para se relacionar com outras pessoas. Outros transtornos psicóticos possuem sintomas semelhantes, como perda de contato com a realidade, confusão mental e comportamento estranho ou desorganizado.
Transtornos de personalidade (borderline, antissocial, narcisista, esquizoide)
Esses transtornos envolvem padrões persistentes de pensamento, emoção e comportamento que dificultam a convivência, os relacionamentos e a adaptação social. O borderline é marcado por instabilidade emocional, impulsividade e medo de abandono. O antissocial envolve desrespeito pelas normas sociais, falta de culpa e manipulação de terceiros. O narcisista é caracterizado por excesso de vaidade, necessidade de admiração e pouca empatia. Já o esquizoide envolve distanciamento social, frieza emocional e preferência pelo isolamento.
Transtornos alimentares (anorexia, bulimia, compulsão alimentar)
Os transtornos alimentares afetam a relação da pessoa com a comida e a própria imagem corporal. Na anorexia, há medo intenso de engordar e restrição exagerada da alimentação, podendo causar perda de peso perigosa. Na bulimia, episódios de ingestão exagerada de comida são seguidos de comportamentos para eliminar o que foi consumido, como vômitos. A compulsão alimentar envolve episódios de comer muito rapidamente, em grandes quantidades e sem fome, gerando culpa e sofrimento.
Insônia e outros transtornos do sono
A insônia é a dificuldade de iniciar ou manter o sono, ou acordar muito cedo e não conseguir voltar a dormir, mesmo sentindo-se cansado. Outros transtornos do sono incluem sonambulismo, pesadelos frequentes e apneia do sono. O sono ruim afeta o humor, a memória, a saúde física e a disposição ao longo do dia.
Transtorno de uso de substâncias (dependência de álcool, drogas, medicamentos)
Esse transtorno ocorre quando o uso de álcool, drogas ilícitas ou até certos medicamentos causa prejuízos à saúde física, mental, social e profissional. A pessoa sente desejo intenso de consumir, perde o controle, aumenta a dose com o tempo e sofre sintomas de abstinência quando tenta parar.
Transtorno de adaptação e estresse pós-traumático (TEPT)
O transtorno de adaptação ocorre após situações estressantes (como luto, separação ou perda do emprego) e provoca tristeza, ansiedade, insônia e dificuldade para lidar com a rotina. O TEPT surge após vivenciar ou testemunhar situações traumáticas, como acidentes, violência ou desastres, causando lembranças angustiantes, pesadelos, sustos fáceis e sensação de estar sempre em alerta.
Os principais transtornos atendidos por psiquiatras em consultórios no Brasil
Transtornos mais comuns em consultório psiquiátrico
Autismo (Transtorno do Espectro Autista)
O autismo é uma condição do neurodesenvolvimento em que a criança apresenta dificuldade de comunicação, interação social e padrões de comportamento repetitivos ou interesses restritos. Os sinais variam — algumas crianças falam pouco, resistem a mudanças na rotina, têm hiperfoco em determinados temas ou objetos e podem reagir de forma diferente a sons, luzes ou contato físico.
Esses quadros representam a maioria dos atendimentos cotidianos, tanto em consultórios privados quanto públicos, e correspondem às principais demandas assistenciais relatadas por psiquiatras no Brasil. Quadros menos prevalentes (como transtorno delirante, transtornos dissociativos e outros) também são tratados, mas com frequência menor
Transtornos de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH)
O TDAH manifesta-se por desatenção (esquecer compromissos, perder objetos, dificuldade para terminar tarefas), hiperatividade (inquietação, dificuldade para ficar parado) e impulsividade (agir sem pensar). Pode afetar crianças, adolescentes e adultos, prejudicando o rendimento escolar, profissional e as relações interpessoais.
Depressão maior e depressão recorrente:
A depressão maior é caracterizada por tristeza intensa, desânimo, falta de energia, perda de interesse nas atividades do dia a dia, alterações no sono e apetite e, em alguns casos, pensamentos negativos sobre si mesmo ou ideias de morte. Quando esses episódios se repetem várias vezes ao longo da vida, recebe o nome de depressão recorrente. É importante entender que depressão não é preguiça nem falta de vontade; trata-se de uma doença que afeta o corpo e a mente, podendo ter impacto direto no trabalho, estudos e relacionamentos.
Transtornos de ansiedade (ansiedade generalizada, pânico, fobia social, fobias específicas):
Os transtornos de ansiedade envolvem preocupação excessiva, constante sensação de nervosismo ou medo sem motivo claro, palpitações, sudorese e tensão muscular. Na ansiedade generalizada, a pessoa vive preocupada quase todo o tempo e tem dificuldade de relaxar. O transtorno do pânico se manifesta por crises repentinas de medo intenso, sensação de falta de ar, batimento acelerado do coração e terror de morrer ou perder o controle. A fobia social envolve medo intenso de situações sociais, como falar em público, conhecer novas pessoas ou comer perto dos outros. Já as fobias específicas são medos exagerados de objetos, animais ou situações, como altura, avião, injeção, o que leva o indivíduo a evitar tais situações ao máximo.psicoterapia+5
Transtorno bipolar (tipos I e II)
O transtorno bipolar se caracteriza por alternância de episódios de depressão (tristeza, desânimo) com períodos em que a pessoa fica agitada, eufórica, fala muito, dorme pouco, sente-se cheia de energia, assume riscos ou toma decisões impulsivas — essa fase é chamada de mania. No tipo II, ocorre hipomania, uma forma mais leve de mania, mas ainda assim fora do padrão habitual. Essas oscilações podem prejudicar a vida social, profissional e familiar.
Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC)
O TOC acontece quando a pessoa tem pensamentos ou imagens desagradáveis e repetitivas (obsessões) dos quais não consegue se livrar e passa a realizar rituais ou manias (compulsões) na tentativa de aliviar a ansiedade. Por exemplo, lavar as mãos muitas vezes ao dia, checar portas várias vezes ou contar objetos repetidamente. Esses comportamentos tomam muito tempo e atrapalham a rotina.
Esquizofrenia e outros transtornos psicóticos
A esquizofrenia é um transtorno grave em que a pessoa pode ouvir vozes, ver coisas que não existem (alucinações), acreditar em ideias fora da realidade (delírios), apresentar dificuldades para expressar emoções e para se relacionar com outras pessoas. Outros transtornos psicóticos possuem sintomas semelhantes, como perda de contato com a realidade, confusão mental e comportamento estranho ou desorganizado.
Transtornos de personalidade (borderline, antissocial, narcisista, esquizoide)
Esses transtornos envolvem padrões persistentes de pensamento, emoção e comportamento que dificultam a convivência, os relacionamentos e a adaptação social. O borderline é marcado por instabilidade emocional, impulsividade e medo de abandono. O antissocial envolve desrespeito pelas normas sociais, falta de culpa e manipulação de terceiros. O narcisista é caracterizado por excesso de vaidade, necessidade de admiração e pouca empatia. Já o esquizoide envolve distanciamento social, frieza emocional e preferência pelo isolamento.
Transtornos alimentares (anorexia, bulimia, compulsão alimentar)
Os transtornos alimentares afetam a relação da pessoa com a comida e a própria imagem corporal. Na anorexia, há medo intenso de engordar e restrição exagerada da alimentação, podendo causar perda de peso perigosa. Na bulimia, episódios de ingestão exagerada de comida são seguidos de comportamentos para eliminar o que foi consumido, como vômitos. A compulsão alimentar envolve episódios de comer muito rapidamente, em grandes quantidades e sem fome, gerando culpa e sofrimento.
Insônia e outros transtornos do sono
A insônia é a dificuldade de iniciar ou manter o sono, ou acordar muito cedo e não conseguir voltar a dormir, mesmo sentindo-se cansado. Outros transtornos do sono incluem sonambulismo, pesadelos frequentes e apneia do sono. O sono ruim afeta o humor, a memória, a saúde física e a disposição ao longo do dia.
Transtorno de uso de substâncias (dependência de álcool, drogas, medicamentos)
Esse transtorno ocorre quando o uso de álcool, drogas ilícitas ou até certos medicamentos causa prejuízos à saúde física, mental, social e profissional. A pessoa sente desejo intenso de consumir, perde o controle, aumenta a dose com o tempo e sofre sintomas de abstinência quando tenta parar.
Transtorno de adaptação e estresse pós-traumático (TEPT)
O transtorno de adaptação ocorre após situações estressantes (como luto, separação ou perda do emprego) e provoca tristeza, ansiedade, insônia e dificuldade para lidar com a rotina. O TEPT surge após vivenciar ou testemunhar situações traumáticas, como acidentes, violência ou desastres, causando lembranças angustiantes, pesadelos, sustos fáceis e sensação de estar sempre em alerta.
Serviços em Psiquiatria: Primeira Consulta e Tratamentos
Tratamento do transtorno de estresse pós-traumático
Tratamento da doença de Alzheimer
Tratamento da insônia
Tratamento da síndrome do pânico
Tratamento de estresse
Tratamento de obesidade
Tratamento de transtorno afetivo bipolar
Tratamento de transtorno bipolar
Tratamento de transtornos psiquiátricos na gravidez
Tratamento de transtornos psiquiátricos no período periconcepcional
Tratamento de transtornos psiquiátricos no puerpério
Tratamento do TDAH
Tratamento do transtorno de espectro autista
Tratamento do transtorno opositor desafiador (TOD)
Tratamento da depressão na infância e adolescência
Tratamento para bullying
Tratamento para distúrbios do sono
Tratamento para síndrome de burnout
Tratamento para tentativa de suicídio
Tratamento para transtorno da ansiedade generalizada (TAG)
Tratamento para transtorno de humor
Tratamento para transtorno depressivo misto
Tratamento para Transtorno Disfórico
Tratamento psiquiátrico de adolescentes
Tratamento psiquiátrico de gestantes
Tratamento psiquiátrico de transtornos de tique/Tourette
Tratamento psiquiátrico para mulheres no pós-parto
Teleconsulta
Tratamento da depressão pós-parto
Tratamento da depressão na adolescência
Laudo para concurso
Atendimento a crianças e adolescentes com TEA e TDAH
Laudo de sanidade mental para concurso
Primeira consulta em psiquiatria infantil
Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade – TDAH: R$ 661
Consulta online
Dependência química – prevenção de recaída
Tratamento da depressão
Laudo médico
Tratamentos de fobias
Manutenção de tratamento
Parecer psiquiátrico
Tratamento da automutilação
Tratamento da ansiedade na infância e adolescência
Tratamento da ansiedade
Psiquiatra da infância e adolescência
Diagnóstico e tratamento de autismo/transtorno do espectro autista
Laudo de sanidade mental
Telemedicina – primeira consulta
Tratamento do TDAH em adultos
Atendimento para depressão na terceira idade
Síndrome demencial
Consulta de estresse pós-traumático
Consulta psiquiátrica
Consulta psiquiátrica urgente
Consulta em psiquiatria
Diagnóstico e tratamento de TDAH
Psicoterapia adulto
Tratamento de transtorno de personalidade borderline
Tratamento do esquecimento
Tratamento do alcoolismo
Diagnóstico e tratamento do TDAH em adultos
Transtorno do Espectro Autista (TEA)
Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH)
Transtorno de Oposição-Desafiante (TOD)
Transtornos do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência Cognitiva)
Tratamentos Psiquiátricos com Canabidiol
Esquizofrenia, no adulto e com início na infância
Transtorno Bipolar, no adulto e com início na infância
Transtornos Depressivos em crianças e adultos
Comportamento de automutilação
Transtornos de Ansiedade: generalizada, de separação, ansiedade social, mutismo e pânico
Transtornos de Tiques
Transtorno Obsessivo-Compulsivo
Transtornos Relacionados a Traumas
Transtornos Alimentares
Enurese e Encoprese
Dependências Químicas e Comportamentais
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Delirium, demência e Transtornos Amnésticos
Demência, delirium: Transtornos Amnesticos Transtornos Cognitivos: Delirium, Demência e transtornos Amnésticos Introdução: Cognição é o ato ou processo de conhecer, que envolve atenção, percepção, memória, raciocínio, juízo, imaginação, pensamento e linguagem. A cognição inclui memória, linguagem, orientação, julgamento, condução de relacionamentos interpessoais, ações (praxia) e resolução de problemas. fonte: O hipocampo, área do cérebro que se assemelha a um cavalo marinho (daí seu nome) é responsável por muitas das funções cognitivas relacionadas à memória. Alterações na cognição afetam um ou mais destes domínios e são também complicadas por alterações do comportamento. Tomografia Computadorizada de crânio Fonte: http://www.alzheimermed.com.br/m3.asp?cod_pagina=1058 Alterações da cognição mostram a complexa ligação entre neurologia, medicina e psiquiatria nas condições neurológicas que levam a alterações congitivas, geralmente associadas com transtornos mentais. Os médicos devem estar atentos à história clínica completa dos pacientes, antes de dar um diagnóstico (incluindo uso de fármacos, drogas, transtornos orgânicos cerebrais ou não). Na quarta edição do Manual de Diagnóstico e Estatística DSM-IV – TR, há três tipos de transtornos cognitivos: Demencia, Delirium e transtornos amnésticos que provocam, primariamente prejuízo na memória, linguagem ou atenção. ão. 1) DELIRIUM (antigamente chamado de estado confusional agudo no Brasl) é caracterizado por confusão mental de curta-duração e alterações na cognição. Há 4 ntipos básicos de acordo com suas etiologias: a. Doença Médica (infecção) b. Induzido por Substâncias (cocaína, opioides, fenciclidina) Múltiplas causas (trauma e lesãorenal) d. Não especificado (privação do sono). 2) DEMÊNCIA – grave prejuízo na memória, julgamento, orientação e cognição. Os seis tipos mais comuns são: a. Mal de Alzheimer (geralmente após 65 anos, manifestada por perda intelectual progressiva, desorientação e demência, delírios ou depressão. fonte: http://www.alzeimer.info/imagenes/alois_alzheimer.jpg fonte: http://www.costaricanet.com.br/conteudo/71/1239297585alzheimer.jpg b. Demência Vascular – causada por trombose ou hemorragia de vasos Outras condições médicas i. Demência por vírus HIV, ii. Trauma crânio encefálico, iii. doença de Pick, Demência Fronto-Temporal fonte: http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.geronetservices.com/imagem/picka1.jpg&imgrefurl=http://www.geronetservices.com/pick1.htm&h=303&w=399&sz=39&tbnid=7AUS0pBZniLxrM:&tbnh=94&tbnw=124&prev=/images%3Fq%3Dimagem%2Bdemencia%2Bde%2Bpick&usg=__5NZx6AqrmtRKufx8lh8MP0Cz09g=&ei=xq56S6S7EcKnuAfX4KG7CQ&sa=X&oi=image_result&resnum=2&ct=image&ved=0CAsQ9QEwAQ fonte: http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.geronetservices.com/imagem/picka1.jpg&imgrefurl=http://www.geronetservices.com/pick1.htm&h=303&w=399&sz=39&tbnid=7AUS0pBZniLxrM:&tbnh=94&tbnw=124&prev=/images%3Fq%3Dimagem%2Bdemencia%2Bde%2Bpick&usg=__5NZx6AqrmtRKufx8lh8MP0Cz09g=&ei=xq56S6S7EcKnuAfX4KG7CQ&sa=X&oi=image_result&resnum=2&ct=image&ved=0CAsQ9QEwAQ iv. Doença de Creutzfeld-Jakob (doença da vaca louca) – causada por um vírusde crescimento lento transmissível. v. Parkinson vi. Huntington Demência induzida por substâncias (vapor de gasolina, atropina) e. Etiologia Múltipla Não especificada (etiologia inespecificada) 3) TRANSTORNO AMNÉSTICO – caracterizado por prejuízo na memória , tendência ao esquecimento. Os três tipos mais comuns são: a. Causado por condição médica (hipóxia) b. Causado por toxina ou medicação (Marijuana, Diazepam ou Midazolam – “boa noite cinderela, álcool – amnésia alcoólica). Não especificada. AVALIAÇÃO CLÍNICA O médico deve acompanhar a doença desde seu início, sua evolução e quadro atual. Alerações repentinas na cognição, sintomas de flutuação no nível de consciência e doenças progressivas devem ser rastreadas. O médico deve Obter teuma história detalhada da rotina diária do paciente, envolvendo auto-cuidado, responsabilidades no trabalho e hábitos de trabalho, preparo de refeições, compras e necessidade de ajuda para atividades de vida diária. fonte: http://www.carefreemedical.com/images/patient.jpg Além de interação com amigos, hobbies, esportes, atividades religiosas, sociais e recreacionais eresses em leitura capacidade de manter finanças pessoais. Conhecer a história pregressa do paciente permite um a valiosa fonte de dados para avaliação do estado mental atual e futuro (atenção, concentração, habilidades ntelectuais, personalidade, habilidades motoras, humor e percepção). O examinador deve investigar o que o paciente considera o mais importante que o levou á consulta e está lhe causando sofriemento. EXAME DO ESTADO MENTAL Depois de colher uma boa história, a fedicorramenta principal do médico é o exame do estado mental. Juntamente com o exame clínico, o exame do estado mental ezas e habilidades, sinais e sintomas. permite a mensuração e pesquisa de capacidades. Tamém permite, uma base de comparação. Descrição Geral 1) Aparência Geral, vestes, acessórios (óculos, fones de ouvido) 2) Nível de consciência 3) Atenção ao Ambiente 4) Postura (Em pé ou Assentado) 5) De cócoras 6) Movimento de membros, tronco eface (espontâneos, em repouso ou após instrução) 7) Resposta ao examinador (contato ocular, cooperação, capcacidade de focar na entrevista) 8) Língua primária ou Nativa A) LINGUAGEM E FALA 1) Compreensão (palavras, frases, sentençaos, comandos simples e complexos, conceitos) 2) Linguagem não verbal (espontaneidade, fluência, melodia, prosódia, volume, coerência, vocabulário, erros parafrásicos compleplexidade/rebuscamento da linguagem) 3) Repetição (ecolalias) 4) Outros aspectos (nomear objeto, nomear cores, indentifcar partes do corpo, resposta verbal a um comando). B) PENSAMENTO 1) Forma (coerência)- tangencial, circunstancial, desorganizado 2) Conteúdo (ideacional (preocupações, idéias sobrevaloradas, delírio= alteração do conteúdo do pensamento) 3) Percepção (alucinações = percepção sem objeto) C) HUMOR E AFETO 1) HUMOR – estado de ânimo (espontâneo ou percebido; senso de humor) 2) Planos para o futuro 3) Ideação e plano de suicídio 4) Estado emocional demonstrado (congruência com o humor) D)INSIGTH E JULGAMENTO 1) INSIGTH Auto- estima e auto-avaliação Entendimento das circunstâncas atuais Capacidade de descrever o póprio estado físico e mental E) COGNIÇÃO 1) Memória Espontânea (evidenciada durante entrevista Testada (incidental, repetição imediata, evocativa, reconhecimento, verbal, não verbal, implícita e explicita) 2) Habilidades Visuespaciais 3) Habilidades de construção 4) Matemática 5) Leitura 6) Escrita 7) Funções do sensório fino (stereognosia, grafestesia, discriminação de dois pontos) 8) Reconhecimento do dedo 9) Orientação esquerda-direita 10) Funções Executivas 11) Abstração. COGNIÇÃO – Quando o médico testa as funções cognitivas, ele deve avaliar a memória, habilidades visuespaciais, leitura e escrita, capacidade lógica e raciocínio matemático. A capacidade de abstração pode ser mensurada, porém há vários fatores que podem interferir: baixo nível educacional, baixo nível intelectivo e falha em entender o conceito de provérbios, assim mcom outros transtornos mentais e baixa audição do paciente. EXAMES LABORATORIAIS – Devem ser pedidos e interpretados no contexto do exame médico, como exame complementar. Pacientes neuropsiquiátricos requerem exame físico cuidadoso, principalmente quando a etiologia envolve várias doenças ou várias condições médicas. A maioria das doenças sistêmicas pode provocar doenças cerebrais primárias que levam a distúrbios psicopatológicos manifestados como alterações neurológicas centrais ou periféricas. TESTES GERAIS Hemograma completo Velocidade de Hemossedimentação Eletrólitos Glicemia Creatinina e Uréia (função renal) Função Hepática Nível sérico de cálcio e fósforo Função Tireoideana Nivel de entorpecentes (alcool, cocaína, maconha, etc) Urina rotina Teste de gravidez (B HCG) Eletro-encefalograma – exame fácil, acessível, não invasivo para disfunção cerebral bastante sensível para vários transtornos cerebrais, mas pouco específico (além
Avaliação do Autismo com Escala ADOS-2 e Outras Ferramentas Diagnósticas: Guia Completo para Diagnóstico Preciso
AUTISMO: Guia Completo para Diagnóstico Preciso O diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um processo complexo e detalhado que exige o uso de ferramentas padronizadas, cientificamente validadas, e a avaliação criteriosa de múltiplos aspectos do desenvolvimento comportamental, comunicativo e social do indivíduo. A aplicação adequada dessas ferramentas possibilita identificar com maior precisão os sinais do espectro, definindo o diagnóstico correto e orientando intervenções eficazes e individualizadas. Dentre os instrumentos amplamente reconhecidos, a Escala ADOS-2 (Autism Diagnostic Observation Schedule – Second Edition) destaca-se como o padrão ouro na avaliação direta do autismo. Além dela, há diversas outras escalas, entrevistas e testes que são complementares e essenciais para um diagnóstico completo e confiável. Este artigo detalha as principais ferramentas utilizadas no diagnóstico do autismo, explicando sua função, aplicação e a importância da integração das informações para a tomada de decisão clínica. O que é o Transtorno do Espectro Autista (TEA)? O TEA é uma condição neurodesenvolvimental caracterizada por desafios persistentes na comunicação social e na interação, bem como por padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. Essas características podem variar amplamente em sua intensidade e modo de manifestação, exigindo avaliação individualizada e criteriosa. Para diagnóstico, utilizam-se critérios definidos no DSM-5 e na CID-11, que orientam a observação e coleta de informações sobre os sintomas, seu início e impacto funcional. Ferramentas de Avaliação no Diagnóstico do Autismo 1. Escala ADOS-2: O Padrão Ouro da Observação Diagnóstica A ADOS-2 é um instrumento de observação direta que avalia os comportamentos associados ao espectro autista por meio da aplicação de atividades padronizadas e interativas. Essa avaliação é feita por profissionais capacitados que observam a comunicação, socialização e comportamentos repetitivos em contexto controlado. Essa abordagem reduz a subjetividade do diagnóstico, fornecendo uma análise robusta e confiável da presença de sinais do autismo. 2. Entrevista Diagnóstica para Autismo Revisada (ADI-R) Complementar à ADOS-2, a ADI-R é uma entrevista estruturada direcionada aos familiares do indivíduo avaliado. Possui perguntas detalhadas sobre desenvolvimento precoce, interações sociais, comunicação e padrões comportamentais repetitivos. 3. Escalas e Questionários de Triagem Para identificação precoce, principalmente em atenção primária ou contextos escolares, são usadas ferramentas rápidas de triagem: Essas ferramentas não substituem o diagnóstico, mas sinalizam a necessidade de avaliação especializada. 4. Avaliação Funcional com Escalas Adaptativas Ferramentas que avaliam a funcionalidade e autonomia do indivíduo também são importantes para compreender como o TEA se manifesta na vida diária: Essas escalas ajudam a moldar intervenções específicas, focando nas dificuldades reais enfrentadas. 5. Testes Neuropsicológicos Complementares Quando indicado, são aplicados testes neuropsicológicos que medem inteligência, atenção, memória, funções executivas e processamento sensorial. Esses testes são essenciais para identificar condições associadas e particularidades cognitivas que podem influenciar o diagnóstico e tratamento. O Processo Diagnóstico Integrado e Multidisciplinar O diagnóstico do autismo deve ser uma abordagem multidisciplinar, integrando: Essa integração permite compreender o indivíduo de forma global, favorecendo um diagnóstico preciso e uma intervenção mais eficaz. Importância da Qualificação Profissional e Atualização Contínua A aplicação correta das ferramentas diagnósticas depende da capacitação específica dos profissionais envolvidos. Atualizações constantes e adesão a protocolos nacionais e internacionais garantem a validade dos resultados e a qualidade do atendimento. Benefícios do Diagnóstico Preciso e Precoce Diagnosticar o autismo com ferramentas validadas permite: Considerações Finais O diagnóstico preciso do Transtorno do Espectro Autista exige o uso combinado de ferramentas estruturadas, bem como uma análise criteriosa das informações clínicas e comportamentais. A Escala ADOS-2, juntamente com entrevistas, triagens e avaliações adaptativas, formam a base para uma avaliação robusta e multifacetada. Este guia completo de avaliação e diagnóstico pretende ser um recurso para profissionais, familiares e interessados que buscam informações confiáveis e atualizadas para melhor compreensão e atendimento das pessoas com TEA.
Por que TDAH e Autismo Parecem Mais Comuns Hoje? A Ciência Explica
TDAH e AUTISMO estao aumentando na população? Você já percebeu um aumento no número de pessoas diagnosticadas com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e Transtorno do Espectro Autista (TEA)? Essa sensação tem ganhado força nos últimos anos, com esses transtornos ganhando maior visibilidade em diversos ambientes, como escolas, consultórios médicos e até nas redes sociais. Mas será que essas condições estão realmente se tornando mais comuns? Ou nossa capacidade de identificar e diagnosticar melhor está por trás desse fenômeno? Neste post, vamos explicar por que o número de diagnósticos de TDAH e autismo parece estar crescendo e o que a ciência tem a dizer sobre isso. O que são o TDAH e o Transtorno do Espectro Autista (TEA)? Para entender o debate sobre o aumento dos diagnósticos, primeiro precisamos compreender o que são esses transtornos, quais seus sinais característicos e como são diagnosticados. TDAH: Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade O TDAH é um transtorno do neurodesenvolvimento que afeta áreas do cérebro relacionadas à atenção, controle dos impulsos e regulação do comportamento. Geralmente, seus sintomas aparecem na infância e costumam persistir na vida adulta. Entre eles estão: O diagnóstico desse transtorno é clínico, feito com base na observação dos comportamentos, frequência dos sintomas e impacto na vida diária, já que não existem exames laboratoriais específicos. O tratamento costuma ser multidisciplinar, envolvendo psicoterapia, acompanhamento médico, e quando indicado, uso de medicamentos. TEA: Transtorno do Espectro Autista O TEA é um transtorno do neurodesenvolvimento que afeta a comunicação e interação social e se manifesta por comportamentos repetitivos ou interesses restritos. O espectro inclui desde pequenos traços até formas severas. Os sinais podem ser percebidos já nos primeiros meses de vida, mas o diagnóstico geralmente ocorre entre 2 e 3 anos. A causa envolve uma combinação complexa de fatores genéticos e ambientais. O tratamento é focado no desenvolvimento das habilidades sociais e na inclusão, contando com uma equipe multiprofissional: médicos, psicólogos, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais, entre outros. Texto alternativo: Psicólogo realizando avaliação comportamental em criança para diagnóstico de TEA. Por que os diagnósticos parecem estar aumentando? Apesar da sensação de aumento, os especialistas confirmam que não há evidências de crescimento real da prevalência desses transtornos. O que mudou foi a capacidade de identificar mais casos, motivada por: O perigo da desinformação nas redes sociais O aumento da exposição ao tema nas redes sociais traz também o risco de dificuldades: Por isso, é essencial buscar sempre avaliação qualificada. Tratamento e suporte adequados O acompanhamento deve ser personalizado, considerando as características e necessidades individuais. Para o TDAH, o objetivo é melhorar o controle da atenção e impulsividade. Para o TEA, o foco é promover habilidades sociais, a comunicação e a inclusão. O cuidado multidisciplinar é fundamental para o desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida. Conheça mais sobre saúde mental e neurodesenvolvimento Explore também nossos conteúdos para aprofundar seu conhecimento: Conclusão O avanço no número de diagnósticos de TDAH e TEA mostra, acima de tudo, o progresso da medicina e da sociedade em reconhecer, entender e atender a saúde mental. Não há necessariamente um aumento real dos transtornos, e sim uma maior capacidade de diagnósticos precise e oportunos. Se você ou alguém próximo apresentar sintomas, a recomendação é procurar avaliação profissional para garantir o diagnóstico correto e o tratamento adequado. Continua a se informar com fontes confiáveis, e evite autodiagnóstico impulsivo, buscando sempre o suporte de especialistas. Palavras-chave para SEO TDAH, autismo, diagnóstico de TDAH, diagnóstico de autismo, transtornos do neurodesenvolvimento, sintomas de TDAH, sintomas de autismo, tratamento de TDAH, tratamento de autismo, aumento de diagnósticos, inclusão social. . Citações:[1] TDAH e autismo parecem mais comuns hoje em dia https://www.xataka.com.br/ciencia/tdah-e-autismo-parecem-mais-comuns-hoje-em-dia-a-ciencia-explica-que-nao-sao[2] O que está por trás da “explosão” de casos de TDAH no Brasil … https://drauziovarella.uol.com.br/psiquiatria/o-que-esta-por-tras-da-explosao-de-casos-de-tdah-no-brasil-e-no-mundo/[3] Casos de TDAH e autismo não estão aumentando … https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/casos-de-tdah-e-autismo-nao-estao-aumentando-segundo-vencedor-do-oscar-da-saude-mental,296254e96d8b0f4099ca07090a098688otnaps2p.html
Psiquiatra em BH: Dr. Márcio Candiani – Atendimento Especializado em Belo Horizonte
Psiquiatra em BH | Dr. Márcio Candiani | Agende Consulta Psiquiatra em BH com 20+ anos de experiência. Atendimento adulto, infantil e geriátrico. Consultório na Savassi. Agende presencial ou online. CRM-MG ativo. Bem-vindo ao Consultório do Dr. Márcio Candiani Psiquiatra Especializado em Belo Horizonte com Mais de 25 Anos de Experiência Procurando um psiquiatra em BH de confiança? O Dr. Márcio Candiani é médico psiquiatra com CRM-MG ativo e especialização em psiquiatria adulto, infantil e geriátrica, oferecendo atendimento humanizado e baseado em evidências científicas no coração de Belo Horizonte. Por que escolher o Dr. Márcio Candiani como seu psiquiatra em Belo Horizonte? ✅ CRM-MG ativo com RQE em Psiquiatria✅ 25+ anos de experiência no tratamento de transtornos mentais✅ Atendimento presencial na Savassi, Belo Horizonte✅ Telemedicina disponível para consultas online✅ Abordagem multidisciplinar: psiquiatria + psicoterapia✅ Tratamento de crianças, adolescentes, adultos e idosos Quando Procurar um Psiquiatra em Belo Horizonte? Muitas pessoas em Belo Horizonte buscam ajuda psiquiátrica quando enfrentam dificuldades emocionais, comportamentais ou sintomas persistentes que afetam a qualidade de vida. Veja os sinais mais comuns que indicam a necessidade de consultar um psiquiatra em BH: Sintomas que Indicam Necessidade de Avaliação Psiquiátrica: 💡 Importante: O diagnóstico precoce melhora significativamente o prognóstico. Não espere os sintomas se agravarem para buscar ajuda especializada. Especialidades Psiquiátricas Atendidas em BH O Dr. Márcio Candiani oferece tratamento psiquiátrico especializado para todas as faixas etárias em Belo Horizonte: 1. Psiquiatria Adulto em Belo Horizonte Tratamento especializado para adultos que enfrentam: 2. Psiquiatria Infantil em Belo Horizonte Atendimento especializado para crianças e adolescentes com: 3. Psiquiatria Geriátrica em BH Cuidado psiquiátrico especializado para idosos: Diferenciais do Consultório Dr. Márcio Candiani em Belo Horizonte Atendimento Humanizado e Personalizado Cada paciente é único. O Dr. Márcio realiza avaliação detalhada, considerando aspectos biológicos, psicológicos e sociais para criar um plano de tratamento individualizado. Localização Privilegiada na Área Hospitalar – BH Enderehttps://maps.app.goo.gl/UBJJs1WxDmsGUf158ço do Consultório:Rua Rio Grande do Norte, 23Santa Efigênia Belo Horizonte – MGCEP: 30130-130 📍 Fácil acesso por transporte público e carro🅿️ Estacionamento conveniado no prédio♿ Acessibilidade para cadeirantes Telemedicina: Consulta Psiquiátrica Online Para maior comodidade dos pacientes de Belo Horizonte e região metropolitana, oferecemos consultas psiquiátricas online com a mesma qualidade do atendimento presencial. Vantagens da teleconsulta: Convênios Aceitos Apenas consultas particualres. Verifique com seu convênio como é feito o reembolso. Abordagem Terapêutica: Como Funciona o Tratamento Psiquiátrico? O tratamento psiquiátrico no consultório do Dr. Márcio Candiani em BH segue protocolos internacionais e é baseado em evidências científicas: 1ª Consulta – Avaliação Inicial (60 minutos) Durante a primeira consulta, o psiquiatra: Tratamento Integrado O plano terapêutico pode incluir: Consultas de Retorno O acompanhamento é essencial para: Perguntas Frequentes sobre Psiquiatra em Belo Horizonte Qual a diferença entre psiquiatra e psicólogo em BH? O psiquiatra é médico com especialização em psiquiatria, podendo prescrever medicamentos e realizar diagnósticos médicos. O psicólogo é graduado em Psicologia e realiza psicoterapia, mas não prescreve medicamentos. Muitas vezes, o tratamento ideal combina ambos profissionais. Quanto custa uma consulta com psiquiatra em Belo Horizonte? Os valores variam dependendo da experiência do profissional e modalidade (presencial ou online). Consulte valores atualizados diretamente com o consultório. Preciso de encaminhamento médico para consultar psiquiatra em BH? Não. Você pode agendar consulta diretamente com o psiquiatra, sem necessidade de encaminhamento prévio. Como funciona a primeira consulta psiquiátrica? A primeira consulta dura entre 60 minutos e inclui avaliação completa dos sintomas, histórico médico, exame psíquico e definição do plano terapêutico inicial. Vou precisar tomar remédios? Não necessariamente. O tratamento é individualizado. Em muitos casos, psicoterapia e mudanças no estilo de vida são suficientes. Medicações são prescritas quando clinicamente indicadas. O tratamento psiquiátrico tem duração definida? A duração varia conforme o diagnóstico e gravidade. Alguns quadros respondem em meses, outros requerem acompanhamento de longo prazo para prevenção de recaídas. Atende urgências psiquiátricas em Belo Horizonte? Para crises psiquiátricas, recomenda-se procurar o pronto-socorro psiquiátrico mais próximo. O consultório atende casos eletivos com agendamento prévio. Agende sua Consulta com Psiquiatra em Belo Horizonte Não deixe sua saúde mental em segundo plano. Agende agora sua consulta com o Dr. Márcio Candiani, psiquiatra experiente em Belo Horizonte. 📞 Formas de Contato: WhatsApp: (31) 99728-8883 – Clique para agendarTelefone: (31) 3XXX-XXXXE-mail: contato@drmarciopsiquiatra.com.br 🕐 Horário de Atendimento: Segunda a Sexta: 8h às 18h 📍 Endereço do Consultório: Rua Rio Grande do Norte, 23 – Santa Efigênia , Belo Horizonte – MGCEP: 30130-130<iframe src=”[Google Maps embed]” width=”100%” height=”300″ style=”border:0;” allowfullscreen=”” loading=”lazy”></iframe> 💳 Formas de Pagamento: Blog: Saúde Mental em Foco Acompanhe artigos atualizados sobre saúde mental, tratamentos e bem-estar: Depoimentos de Pacientes em Belo Horizonte “O Dr. Márcio mudou minha vida. Depois de anos sofrendo com ansiedade, finalmente encontrei um profissional que me ouviu e criou um tratamento eficaz. Recomendo!”— Maria S., 34 anos, Belo Horizonte “Excelente psiquiatra! Atendimento humanizado, consultório bem localizado na Savassi e sempre muito atencioso. Meu filho melhorou muito depois que começamos o acompanhamento.”— João P., pai de paciente, BH “Profissional extremamente competente. Atendimento pontual, explicações claras sobre o tratamento. Senti confiança desde a primeira consulta.”— Ana L., 42 anos, Região Metropolitana de BH Sobre o Dr. Márcio Candiani – Psiquiatra em Belo Horizonte Dr. Márcio Candiani é médico psiquiatra com mais de 20 anos de experiência no atendimento de pacientes com transtornos mentais em Belo Horizonte. Formação Acadêmica: Registro Profissional: Atuação Profissional: Recursos e Links Úteis Para Pacientes: Informações sobre Saúde Mental: Palavras-chave SEO integradas naturalmente: psiquiatra em BH | psiquiatra Belo Horizonte | psiquiatra Savassi | melhor psiquiatra BH | psiquiatra BH convênio | psiquiatra particular BH | consulta psiquiatra Belo Horizonte | psiquiatra online BH | telemedicina psiquiatria BH | psiquiatra ansiedade BH | psiquiatra depressão Belo Horizonte | psiquiatra TDAH BH | médico psiquiatra Belo Horizonte | psiquiatria adulto BH | psiquiatria infantil Belo Horizonte | psiquiatra geriátrico BH | CRM psiquiatra BH | agendar psiquiatra Belo Horizonte
Psiquiatra Infantil em BH: Guia Completo para Pais e Responsáveis
Procurando psiquiatra infantil em BH? Conheça sinais de alerta, transtornos comuns em crianças e como escolher o profissional certo para seu filho. Agende sua consulta. Você percebeu comportamentos diferentes no seu filho que geram preocupação? Dificuldades na escola, isolamento social, ansiedade ou problemas de comunicação podem indicar a necessidade de avaliação psiquiátrica infantil em Belo Horizonte. Este guia foi criado para ajudar pais e mães de Belo Horizonte e região metropolitana a identificar quando procurar ajuda especializada, entender os principais transtornos mentais na infância e escolher um psiquiatra infantil qualificado em BH. Quando Procurar um Psiquiatra Infantil em Belo Horizonte? A busca por um psiquiatra da infância em BH deve acontecer quando você observa sinais persistentes que diferem do comportamento esperado para a faixa etária do seu filho. Veja os principais alertas:doctoralia+1 Sinais Comportamentais que Merecem Atenção: 💡 Dica importante: Quanto mais cedo o diagnóstico, melhores os resultados do tratamento. Não espere os sintomas piorarem para buscar ajuda profissional. Principais Transtornos Psiquiátricos em Crianças: O Que Você Precisa Saber Conhecer os transtornos mentais mais comuns na infância ajuda pais e responsáveis a identificar sinais precocemente. Veja os principais quadros atendidos por psiquiatras infantis em Belo Horizonte: 1. Transtorno do Espectro Autista (TEA) O autismo é um dos transtornos do neurodesenvolvimento mais diagnosticados na primeira infância. Seus principais sinais incluem:psiquiatraMárcio Candiani+1 2. Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) O TDAH afeta entre 3% e 5% das crianças brasileiras e é caracterizado por:doctoralia+1 3. Transtornos de Ansiedade na Infância A ansiedade infantil atinge cerca de 5% das crianças no Brasil. Os sintomas incluem Preocupação excessiva e desproporcional 4. Transtorno de Linguagem Caracteriza-se pelo atraso significativo no desenvolvimento da fala em relação a crianças da mesma idade, afetando a comunicação verbal e a compreensão 5. Esquizofrenia Infantil Embora mais rara, a esquizofrenia pode se manifestar na infância com sinais como: Psiquiatra Infantil x Psicólogo: Qual a Diferença? Muitos pais têm dúvida sobre qual profissional procurar. Entenda as diferenças: Psiquiatra Infantil Psicólogo Infantil Médico com especialização em psiquiatria da infância e adolescência Psicólogo graduado em Psicologia Pode prescrever medicamentos quando necessário Não pode prescrever medicamentos Realiza diagnóstico médico e psicoterapia Realiza psicoterapia e avaliação psicológica Precisa ter CRM ativo e RQE em psiquiatria infantil Precisa ter CRP ativo 🩺 Importante: Em muitos casos, o tratamento ideal combina acompanhamento psiquiátrico (com ou sem medicação) e psicoterapia, trabalhando de forma integrada. Como Escolher o Melhor Psiquiatra Infantil em Belo Horizonte? Selecionar o profissional certo para cuidar da saúde mental do seu filho é uma decisão importante. Siga estas 7 etapas essenciais: 1. Verifique as Credenciais no CRM-MG Todo psiquiatra infantil em BH deve ter: ✅ Consulte gratuitamente no site: portal.cfm.org.br 2. Busque Referências e Avaliações 3. Confirme a Especialização em Infância e Adolescência Crianças não são “adultos pequenos” — o diagnóstico e tratamento exigem abordagem específica. Certifique-se de que o psiquiatra tem: 4. Avalie a Atualização Profissional A psiquiatria evolui constantemente. Prefira profissionais que: 5. Verifique a Disponibilidade de Telemedicina Especialmente útil para consultas de retorno e acompanhamentos, a teleconsulta psiquiátrica oferece comodidade e agilidade.doctorcreator+2 6. Conheça o Profissional nas Redes Sociais Muitos psiquiatras compartilham conteúdo educativo em Instagram, YouTube e blogs. Acompanhar essas publicações ajuda a: 7. Agende uma Primeira Consulta (Avaliação Inicial) A primeira consulta é fundamental para: Perguntas Frequentes sobre Psiquiatra Infantil em BH Com que idade devo levar meu filho ao psiquiatra infantil? Não há idade mínima. Bebês e crianças pequenas podem ser avaliadas quando há sinais de atraso no desenvolvimento, dificuldades de comunicação ou comportamentos atípicos. A consulta com psiquiatra infantil é coberta por convênio? Sim, a maioria dos planos de saúde cobre consultas psiquiátricas. Verifique a rede credenciada do seu convênio em Belo Horizonte.doctoralia Verifique a possibilidade de reembolso com seu convenio e escolha seu especialista. Quanto custa uma consulta particular com psiquiatra infantil em BH? Os valores variam para consulta inicial, dependendo da experiência do profissional e da região de BH.doctoralia+1 Meu filho precisará tomar remédios? Não necessariamente. O tratamento é individualizado. Muitos casos respondem bem apenas à psicoterapia. Quando necessário, medicamentos são prescritos com segurança e acompanhamento rigoroso. Quanto tempo dura o tratamento? Depende do diagnóstico. Alguns transtornos exigem acompanhamento de longo prazo, enquanto outros podem melhorar em alguns meses de tratamento. Agende sua Consulta com Psiquiatra Infantil em Belo Horizonte Se você identificou sinais de alerta no comportamento do seu filho, não espere. O diagnóstico precoce é fundamental para o desenvolvimento saudável da criança. Dr Márcio Candiani. é médica psiquiatra especializada em infância e adolescência, com CRM ativo em Minas Gerais, RQE em Psiquiatria da Infância e atendimento em Belo Horizonte. 📞 Entre em contato: [Listar convênios] 📍 Localização: [Inserir Google Maps embed do consultório]
Autismo ou Transtorno de Personalidade?
Diagnóstico Diferencial e Comorbidade entre Transtorno do Espectro Autista e Transtornos de Personalidade Resumo Este documento sintetiza os principais desafios e conclusões de uma revisão sobre a sobreposição clínica entre o Autismo (Transtorno do Espectro Autista ,TEA) e os Transtornos de Personalidade (TP). A principal conclusão é que a semelhança em características como dificuldades de comunicação social, rigidez e desregulação emocional frequentemente leva a diagnósticos equivocados ou tardios, especialmente em adultos e mulheres. Enquanto o TEA é uma condição neurodesenvolvimental com origem na primeira infância, os TPs geralmente emergem na adolescência ou início da idade adulta, muitas vezes associados a fatores como experiências de vida adversas. A distinção crucial reside na trajetória de desenvolvimento do indivíduo. O diagnóstico preciso exige uma abordagem multidisciplinar que integre histórico longitudinal, testes neuropsicológicos e uma avaliação cuidadosa das manifestações clínicas, reconhecendo que aproximadamente 50% dos indivíduos com TEA podem também preencher critérios para um TP, tornando a comorbidade um fator clínico relevante. ——————————————————————————– 1. O Desafio Diagnóstico Central O diagnóstico de TEA em adultos é inerentemente complexo devido à heterogeneidade de suas manifestações e à sobreposição de sintomas com outras condições psiquiátricas. A dificuldade é agravada por percepções públicas distorcidas e pela inadequação das ferramentas diagnósticas atuais, que frequentemente não capturam apresentações sutis ou atípicas, particularmente em populações subdiagnosticadas como mulheres e idosos. 2. Áreas de Sobreposição Sintomática e Diagnóstico Diferencial A análise diferencial entre TEA e TP deve se concentrar em quatro domínios principais onde os sintomas se sobrepõem, mas possuem etiologias distintas. 2.1. Desenvolvimento do Self e Identidade Ambas as condições apresentam perturbações na percepção de si mesmo, um componente central da identidade humana. 2.2. Funcionamento Interpessoal e Cognição Social O prejuízo no funcionamento interpessoal é uma característica marcante de ambas as condições, embora as motivações subjacentes possam diferir. 2.3. Manifestações Afetivas e Emocionais A desregulação emocional é um fator comum que complica significativamente o diagnóstico. 2.4. Flexibilidade Cognitiva e Rigidez Comportamental A inflexibilidade é um traço central tanto no TEA quanto nos TPs, especialmente naqueles com características anancásticas (obsessivo-compulsivas). 3. O Papel Central da Trajetória Neurodesenvolvimental A avaliação da trajetória de desenvolvimento é o fator mais crítico para um diagnóstico diferencial preciso. 4. Transtornos de Personalidade como Comorbidade A pesquisa recente destaca que a relação entre TEA e TP não se limita ao diagnóstico diferencial; a comorbidade é altamente prevalente. 5. Considerações Específicas para o Diagnóstico em Mulheres O diagnóstico de TEA em mulheres apresenta desafios únicos que aumentam o risco de diagnósticos equivocados de TP. 6. Conclusões e Recomendações para a Prática Futura A relação entre TEA e TPs permanece incerta, mas a sobreposição de sintomas cria uma significativa incerteza diagnóstica. Para aprimorar a precisão e o cuidado clínico, são necessárias melhorias em treinamento, prática e pesquisa. As seguintes áreas devem ser priorizadas:
Venvanse, Ritalina ou Atentah? Qual o melhor tratamento do TDAH?
PSICOFARMACOLOGIA DO TDAH 5% das crianças apresentam TDAH (transtorno do déficit de atenção (com ou sem) hiperatividade no mundo. (1) Psiquiatra Infantil em BH| Dr. Márcio Candiani – Encontre Ajuda Especializada para Seu Filho |O tratamento medicamentoso é FUNDAMENTAL no manejo do transtorno, pelos motivos abaixo: Destas 5 em cada 100 crianças com TDAH, metade persiste com alguns sintomas na idade adulta, com prejuízo fucional (2) Os sintomas fundamentais do TDAH são desateção, agitação psicomotrora e impulsividade. Em metade dos casos, porém, há comorbidades com transtornos de aprendizado, transtornos do humor, transtornos de ansiedade, transtornos disruptivos do comportamento e transtornos de abuso de álcool e drogas (3) Os estudos mostram eficácia superior dos psicofármacos quando comparados a abordagem psicoterápica e tratamento comunitário (MTA Cooperative Group 2004). TRATAMENTO: PSICOESTIMULANTES? (Como assim?) Em mais de 170 estudos realizados com mais de 5000 crianças em idade escolar foi comprovado que 70% das crianças com TDAH toleraram bem e houve redução de mais de 30% dos sintomas básicos do Transtorno (American Academy of Child and Adolescent Pshychiatry, 2002) comestimulantes. Há melhora, tabém da auto-estima, do funcionamento cognitivo, social e famliar. METILFENIDATO (RITALINA Li -liberaçao imediata ou comum): eficaz de 3 a 4 horas – menor custo, porém vária tomadas ao dia. – METILFENIDATO DE CURTA DURAÇÃO (RITALINA Li 10MG) METILFENIDATO (RITALINA LA) duração de 6 a 8 horas (segundo o fabricante ) – custo maior do que a ritalina Li (liberação imediata) CONCERTA (18, 36 E 54mg) cápsulas de liberação de 8A 10 horas de duraçao ( metilfelfenidato com capsula especial) VENVANSE (30, 50 e 70 mg) lisdextanfetamina, transformada nas hemácias, com pico de ação após 30 minutos de tomada e duração de 10 a 12 horas) – custo maior Mecanismo de ação provável (inibição dos tranportadores de dopamina e noradrenalina), provocando maior concentração destes mesmos neurotransmissores nas áreas importantes para a atenção (Córtex Pré Frontal). – ou seja, um estimulante das áreas cerebrais responsáveis pela atenção. Estudos de neuroimagem funcional mostram alteração no metabolismo cerebral no lobo frontal, no caudado e no tálamo. A dose terapêutica varia de 0,3 a 1mg/kg/dia e nos pacientes que respondem mal pode chegar a 2mg/kg/dia. Esquema padrão: três doses ao dia – pela manhã, ao meio-dia e ao final da tarde. Nos pacientes que apresentam insônia ou efeito rebote ao final da tarde pode-se associar CLONIDINA (aconselhável controle com ECG). FERIADOS TERAPÊUTICOS – indicações controversas, mas quando há importante perda de apetite, alteração do sono e adolescentes que abusam de álcool ou outras drogas no final de semana. EFEITOS COLATERAIS – maior parte é leve, dose dependente, surge nos primeiros dias ou semanas de tratamento, desaparecendo poucos dias após o surgimento. Os principais são: perda de apetite, insônia inicial. Também se relatam irritabilidade, dor de cabeça, sintomas gastrointestinais, fadiga, alteração de humor (tristeza – em casos mais graves, depressão).. Psicose causada pela droga já foi descrita. ASPECTOS CONTROVERSOS EM RELAÇÃO AO METILFENIDATO · DESENCADEAMENTO DE TIQUES – avaliar risco benefício e história familiar e pregressa de tiques · INTERFERÊNCIA NO CRESCIMENTO – diminuição menor do que um cm por ano nos adolescentes próximos à puberdade – avaliar custo-benefício · POTENCIAL DE ABUSO DE ANFETAMINAS E DROGAS – Metil fenidato, conforme uma meta-análise recente REDUZ o abuso de álcool e drogas. * CONTRA INDICAÕES RELATIVAS – psicoses, hipertireoidismo, problemas cardiovasculares, disfunção hepática, discinesias e glaucoma. Em pacientes com epilepsia, deve-se estabilizar as crises convulsivas antes de seu uso. METILFENIDATO DE LIBERAÇÃO CONTROLADA (RITALINA LA 20,30 e 40mg no Brasil) Dois pulsos de liberaçãao: 2 horas após administração e 6 horas após, garantindo tratamento eficaz dos sintomas por 8 horas METILFENIDATO (CONCERTA 18, 36, 54MG) Liberação após uma hora e liberação osmótica ao longo de 10 horas, com duração do efeito por 12 horas. BUPROPIONA – Segunda linha no tratamento.. Os anfetamínicos apresentam 70% de eficácia no TDAH. Quatro estudos demonstraram sua eficácia no TDAH (agonista misto dopaminérigco e noradrenérgico). Doses eficaes de 3 a 6mg/kg/dia (acima de 450mg/dia aumentam o risco de convulsões). Meia vida curta- dar 2 a 3 tomadas ao dia (excelto formulação XL recém chegada no Brasil) Efeitos Colaterais: irritabilidade, agitação, anorexia, boca seca, insônia, cefaléia, náuseas, vomitos, constipação e tremores. ATOMOXETINA (ATENTAH) – primeiro medicamento não estimulante aprovado pelo FDA para TDAH. Potente inibidor seletivo da captação de noradrenalinaà aumento da atençao (interessante para comorbidades como depressão e ansiedade). Dosagem preconizada: 1,4 mg-kg-dia Não demonstrou potencial para abuso. Efeitos colaterais mais comuns: redução do apetite, náseas, vômitos, desconforto gástrico, dor abdominal, constipação, fadiga, sonolência, irritabilidade e redução da libido. Complicações hepáticas importantes. ANTIDEPRESSIVOS TRICÍCLICOS – Sem indicação na bula Inibidores da recaptura de noradrenalina e serotonina. Dosagem adequada de imipramina: de 2 a 5mg-kg-dia Nortriptilina: 1 a 3mg-kg-dia. Efeitos adversos – boca seca, redução do apetite, sedação, boca seca, tontura, náusea, constipação, prolbemas do sono, dor abdominal, cefaléia, retenção urinária, tremores e alterações cardíacas. Deve-se fazer por cautela eletrocardiograma em crianças usando tricíclicos (risco de aumento do intervalo QTC, contraindicado em crianças com bloqueio de ramo). CLONIDINA (ATENSINA) – não indicado na bula Antagonista dos receptores alfa-adrenérgico, estimulam auto-receptores pré-sinápcticos, inibidn a libeação de noradrenalina. Eficácia comparável à dos tricíclicos. Pico de ação de 2 a 6 horas após administração. Meia vida 12h. Dose 3 a 10mg-kg-dia em 3 doses ao dia – avalar condução cardíaca (ECG). Efeitos colaterais mais comuns: sedação, hipotensão e boca seca. OUTROS MEDICAMENTOS – não constam na bula TRATAMENTO DE TDAH E COMORBIDADES Mais de 70% dos portadores de TDAH apresentam comorbidades (3). Terapia comportamental apresenta evidência de melhora, associada aou uso adequado de estimulantes. (The MTA Cooperative Group, 199). Uso de metilfenidato junto a ISRS (4) – antidepressivos (sertralina, fluoxetina, citalopram, escitalopram, paroxetina). O metilfenidato é a medicação de escolha em crianças e adolescentes, devido a sua eficácia em ambos os transtornos. (5) Pode ser necessário associar metilfenidato a inibidores da recaptura de serotonina (sertralina). Não há evidência de eficácia de antidepressivos tricíclicos em crianças (ao contrário dos adultos). É Fundamental estabilizar o
Como é a consulta com o psiquiatra infantil?
Uma consulta com psiquiatra é um bate-papo onde o médico ouve suas dificuldades e faz perguntas sobre sua rotina, histórico de saúde e familiar, emoções e comportamentos para entender a situação. O objetivo é traçar um plano de tratamento, que pode incluir medicação e/ou terapia, para melhorar seu bem-estar. A consulta pode ser presencial ou online.
Na primeira consulta
É uma conversa inicial: O psiquiatra perguntará o que o levou a procurar ajuda, seus hábitos, histórico de saúde mental, e realizará o que é chamado de exame psíquico para entender melhor a situação.
É importante ser aberto: Fornecer informações detalhadas sobre si mesmo, incluindo histórico familiar, trabalho, relacionamentos e o que está acontecendo, é fundamental para que o médico possa ajudar.
Pode haver exames: O psiquiatra pode solicitar exames físicos (como exames de sangue ou de imagem) para descartar outras condições médicas ou exames farmacogenéticos para ajudar a identificar o melhor medicamento.
Duração: A primeira consulta costuma ser mais longa, podendo durar cerca de hora, para coletar todas as informações necessárias.